Willian Eggleston no banco dos réus


via Por trás da objetiva


O mercado de arte viveu, essa semana, uma polêmica. O fotógrafo lendário Willian Eggleston venceu, contra o colecionador de arte Jonathan Sobel, uma importante batalha nos tribunais.

Em abril do ano passado, o colecionador Jonathan Sobel processou o artista por reimprimir antigas fotografias e vende-las a preços baixos em uma casa de leilão. Segundo Sobel, o valor da arte vem da escassez e, quando se aumenta a oferta de obras, o valor das mesmas diminui. O colecionador possui 190 fotografias de Eggleston, avaliadas em 5 milhões de dólares.

Sobel, que emprestou imagens de sua coleção para diversos museus a ajudou a financiar uma retrospectiva do trabalho de Eggleston, em 2008, se diz traído e afirma que jamais teria comprado as obras de arte se soubesse que o artista iria ampliar o número de cópias.

A defesa do artista alega que quando as primeiras cópias foram produzidas, entre a década de 70 e 80, as fotos foram reveladas e de forma analógica. Essas novas cópias, foram feitas de forma digital, o que configura uma nova obra. Portanto, não são mais cópias das mesmas fotos e sim uma versão diferente dos mesmos negativos.

Julie Saul, presidente de uma galeria de arte acredita que ao meio em que a obra é impressa interfere no produto final. Para ele, o trabalho de Eggleston é muito rico em cores e a revelação analógica possui uma riqueza de detalhes que a impressão digital não consegue alcançar. De fato, Eggleston foi um dos precursores da fotografia em cores.

Essa foi a forma como a juíza Derborah Batts entendeu a questão, para ela, mesmos as duas impressões sendo criadas através dos mesmos negativos, os resultados representam duas obras diferentes. Portanto, Eggleston foi inocentado de todas as acusações (entre elas, enriquecimento ilícito), porém, Sobel promete apelar.

Pra mim é muito claro que cada método de impressão implica num resultado diferente, portanto, em obras de arte diferentes. Entendo a posição de Sobel, porque o valor de sua coleção realmente vai cair bastante, porém, ele não pode impedir o artista de produzir novos trabalhos, mesmo que sejam a partir de um antigo. É exatamente por isso que artistas mortos são mais valorizados.

Eu não sou conhecedor do mercado de arte, mas acredito que algumas coisas precisam ser repensadas. A fotografia digital já não é novidade faz tempo. Esse tipo de discussão já deveria ter sido superada há anos.

A decisão judicial é importante, pois da liberdade de criação para os fotógrafos, que não vão precisar se limitar por questões puramente mercadológicas.

via Acidulante
Scott Scheidly criou uma série chamada “PINK” onde ele transforma os caras mais durões da história em “moças” felizes e rosadas.
E tudo isso foi pintado na mão com tinta óleo, se você gostou do trabalho dele, não deixe de visitar o site oficial.
Um ótimo complemento para as sábias (ainda que bastante agressivas) palavras do Felipe Neto: https://www.youtube.com/watch?v=YarCKpbI46c via Acidulante
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via Acidulante

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life:

Actress Jeanne Crain takes a bubble bath for her role in the movie Margie.

See more photos of young actresses here.

(Peter Stackpole—TIME & LIFE Pictures/Getty Images)

Retratando a vida nas ruas: Lee Jeffries

via Cultura Colectiva

Por mais de três anos, Lee Jeffries tirou fotografias de “gente sem teto” por todo o mundo. Mas não são imagens obtidas rapidamente e desde longe, e sim íntimos retratos que capturam cada incômodo detalhe, cada cicatriz e cada grão de sujeira.

Em 2008, o fotógrafo, que atualmente reside em Manchester (Reino Unico), visitou Londres para correr uma maratona. Jeffries, que originalmente é um fotógrafo de esportes e contador por profissão, caminhou pela cidade na véspera da corrida e notou uma jovem sem teto que estava sentada na entrada de uma loja na Leicester Square. Desde longe ele começou a fotografá-la e ela, por sua vez, começou a gritar-lhe imediatamente “Não podes fazer isso!” e “Dê-me dinheiro!”. Jeffries comenta: “Eu estava do outro lado da rua quando ela começou a gritar para mim… fiquei com muita pena.”

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via 20minutos

Developing Change: Photograpgy with a Humanitarian Focus (Desarrollando el cambio.Fotografía con objetivo humanitario). El título de la exposición colectiva lo dice todo: las fotos como herramienta para luchar contra la injusticia social, la opresión de colectivos desfavorecidos, las víctimas de atentados contra los derechos humanos, los enfermos estigmatizados, las minorías étnicas desterradas…

Once organizaciones no gubernamentales sin ánimo de lucro se han aliado para mostrar al unísono en qué están trabajando y cómo utilizan la poderosa (y barata) herramienta de la fotografía como motor de cambio o instrumento de denuncia. La muestra se celebra en la galería drkrm, de Los Ángeles (EE UU), hasta el 4 de mayo. La recaudación obtenida por la venta de fotos y entradas (20 dólares, unos 15,5 euros) irá por entero a las ONG.

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life:

Ed Clark’s unforgettable picture taken on April 13, 1945 of one man’s grief over the the death of Franklin Roosevelt illustrates an entire nation’s loss.

(Ed Clark—Time & Life Pictures/Getty Images)

via post no Facebook

No, no soy tonto. Ya sé que podría crear un Fran Russo fotógrafos. Más de diez personas piden trabajar para mí, incluso gratis, al mes, en casi todas las ciudades de España y América. Podría estar ganando mucho dinero, mucho más del que imaginan… pero… ¿para qué? ¿Merece la pena?

Prefiero hacer mis seminarios y enseñar todo lo que sé en dos días. Más no necesito. ¿Para qué entretener a la gente o sacarle más dinero? Sé que podría montar muchas escuelas de fotografía, en España y América, pero… ¿para qué? ¿Merece la pena?

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via blog InternETC

Todas as redes sociais de fotografia começam do mesmo jeito, atraindo aficionados da arte que trocam imagens e mensagens entre si até que, aos poucos, acabam amigos. Foi assim com o Fotolog, com o Flickr, com o Instagram e com centenas de serviços menores. Os usuários costumam descobrir-se uns aos outros nas “áreas comuns” das redes, como a clássica seção das mais vistas do Fotolog ou das mais populares do Instagram. À medida em que essas comunidades crescem, porém, elas passam a atrair mais e mais pessoas que fogem do perfil desses primeiros usuários – tipicamente, adolescentes menos preocupados com fotografia do que com figurinhas, e de preferência de si mesmos. O resultado é que as áreas comuns, antes bom lugar para descobrir novos fotógrafos, acabam tomadas por imagens irrelevantes: garotas mostrando o look do dia, garotos posando com latas de cerveja, mãos com esmaltes de cores bizarras, fotos roubadas de revistas de celebridades. Os usuários antigos, desgostosos, choram a saudade dos velhos tempos nas caixas de comentários e, eventualmente, mudam-se com armas e bagagens para um serviço menos poluído.

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passerelle by sparth on Flickr.

Vi no Embrulhador: http://is.gd/yIbiF5

(Fonte: embrulhador.com)

O mal de quase todos nós é que preferimos ser arruinados pelo elogio a sermos salvos pela crítica. - Norman Vincent


via Resumo Fotográfico

Os fotógrafos, assim como muitos profissionais que trabalham com a criatividade, depositam em suas obras não apenas os seus conhecimentos técnicos, mas também muitos sentimentos. Por terem essa relação tão intima com seus trabalhos, é muito comum que alguns sintam-se atacados pessoalmente quando recebem uma crítica sobre suas fotos. Muitas vezes, recusam-se a refletir sobre elas e tentam rebatê-las da pior maneira possível: querendo diminuir o trabalho do crítico, como se a sua competência em realizar devesse ser obrigatoriamente a mesma em perceber. Mas, sendo assim, deveríamos, ser obrigados a engolir qualquer prato de comida sem o direito de criticar e opinar, caso não tenhamos conhecimentos culinários?

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